Papa pronunciou um forte discurso, inspirando-se nas histórias de dor narradas em primeira pessoa, que refletem o que é vivido por uma terra “atormetada”, “ensanguentada”, “ultrajada”
Na cidade de Bamenda, a Catedral de São José foi o local destinado ao Encontro pela Paz, que reuniu chefes tradicionais, representantes da Igreja protestante e também membros islâmicos, além da comunidade católica de consagrados e leigos.
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Após cantos e testemunhos locais, inclusive de uma consagrada que foi sequestrada e de uma família de deslocados internos, o Papa pronunciou um forte discurso, inspirando-se nas histórias de dor narradas em primeira pessoa, que refletem o que é vivido por uma terra “atormetada”, “ensanguentada”, “ultrajada”.
“Ai daqueles que submetem as religiões e o próprio nome de Deus aos seus objetivos militares, econômicos e políticos, arrastando o que é sagrado para o que há de mais sujo e tenebroso”, afirmou.
“Os senhores da guerra fingem não saber que basta um instante para destruir, mas muitas vezes não basta uma vida inteira para reconstruir. Fingem não ver que são necessários milhares de milhões de dólares para matar e devastar, mas não se encontram os recursos necessários para curar, educar e reerguer.”
“É um mundo ao contrário”, denunciou. Um mundo que “é destruído por poucos dominadores e é mantido de pé por uma miríade de irmãos e irmãs solidários!”.
“Sirvamos juntos a paz!”, foi a exortação final do Pontífice.
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#papaleãoxiv #camarões #paz #vaticannewspt
“Ai daqueles que submetem as religiões e o próprio nome de Deus aos seus objetivos militares, econômicos e políticos, arrastando o que é sagrado para o que há de mais sujo e tenebroso”, afirmou.
“Os senhores da guerra fingem não saber que basta um instante para destruir, mas muitas vezes não basta uma vida inteira para reconstruir. Fingem não ver que são necessários milhares de milhões de dólares para matar e devastar, mas não se encontram os recursos necessários para curar, educar e reerguer.”
“É um mundo ao contrário”, denunciou. Um mundo que “é destruído por poucos dominadores e é mantido de pé por uma miríade de irmãos e irmãs solidários!”.
“Sirvamos juntos a paz!”, foi a exortação final do Pontífice.
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