Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa” - amarildocharges
Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos, deixando um legado imortal para o basquete brasileiro, mundial e do Flamengo.
Ídolo da seleção brasileira, disputou cinco Olimpíadas e segue como maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Foi protagonista do histórico ouro no Pan de 1987 sobre os Estados Unidos e construiu uma carreira marcada por quase 50 mil pontos.
No Clube de Regatas do Flamengo, atuou entre 1999 e 2003, virou ídolo e teve a camisa 14 eternizada pelo clube.
Apelidado de “Mão Santa” pela precisão nos arremessos, Oscar se tornou símbolo de talento, disciplina e paixão pelo esporte.
Consagrado no Hall da Fama do Basquete em 2013, transcendeu gerações e colocou o Brasil entre os gigantes da modalidade.
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Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.
Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível. Disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos.
Pela seleção, o momento mais simbólico ocorreu na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando conduziu o Brasil na vitória por 120 x 115 sobre os Estados Unidos, a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, disputado nas Filipinas.
Sua dedicação elevou o nome do pais e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte.
Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte.
Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível. Disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos.
Pela seleção, o momento mais simbólico ocorreu na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando conduziu o Brasil na vitória por 120 x 115 sobre os Estados Unidos, a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, disputado nas Filipinas.
Sua dedicação elevou o nome do pais e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte.
Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte.

