Trump inicia uma ofensiva contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva
A extrema-direita latino-americana e o governo de Donald Trump iniciam uma ofensiva contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, no que está sendo interpretado como um ensaio geral para uma ingerência nas eleições brasileiras do final do ano.
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Nos últimos dias, atos nos EUA, Argentina e Chile acenderam o alerta no Palácio do Planalto e no Itamaraty sobre a articulação que estaria sendo desenhada para abalar o processo eleitoral no país. A subida de Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião ainda foram consideradas por esses movimentos ultraconservadores como uma confirmação de que, apesar da condenação de Jair Bolsonaro, a candidatura de seu filho era “viável”.
Apostar pelo senador do PL não seria mais um risco completo para políticos estrangeiros, enquanto nos EUA diferentes interlocutores do governo Trump realizaram consultas extra-oficiais para calcular a força política de Flávio Bolsonaro.
A decisão foi por acionar a rede paralela da diplomacia da extrema direita — com Think Tanks, grupos ultraconservadores e parlamentares — para apoiar o filho de Bolsonaro.
