Para a surpresa de absolutamente ninguém, Jair Bolsonaro, colocado contra a parede pelo ministro Alexandre de Moraes, entregou seu primogênito.
Para a surpresa de absolutamente ninguém, Jair Bolsonaro, colocado contra a parede pelo ministro Alexandre de Moraes, entregou seu primogênito.
Os advogados do ex-presidente dirão ao STF que ele não autorizou o uso de deep fake com sua imagem e voz na convenção que lançou seu filho à Presidência, segundo apurou Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.
Ou seja, apelou novamente para o “cada um por si e Deus acima de todos”, lançando o filho ao mar na certeza de que ele levará apenas um puxão de orelha na forma de uma multa.
A aposta se deve ao fato de que o Tribunal Superior Eleitoral está com alguém que o ex-presidente podia compartilhar uma tubaína e que chegou ao Supremo Tribunal Federal graças à articulação do próprio Flávio junto com o centrão.
O vídeo de Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial e exibido na convenção que lançou seu primogênito à disputa pelo Palácio do Planalto é vedado.
Se o ministro Kassio Nunes Marques considerar que isso era fato verídico, ele estará chamando a Primeira Turma do STF, que o condenou, a Procuradoria-Geral da República, que o denunciou, e a Polícia Federal, que o investigou, de um bando de mentirosos, injustos e arbitrários que inventaram uma tentativa de golpe.