A convenção do PL que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro foi um festival de ilegalidades em série.
📍Ilegalidade 1: O presidente argentino Javier Milei participou ativamente de um evento partidário no Brasil, o que é crime eleitoral. O artigo 337 do Código Eleitoral proíbe a participação de estrangeiros em atividades de partido político.
Milei discursou, atacou Lula e Moraes, defendeu a candidatura de Flávio. O PT já acionou o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
📍Ilegalidade 2: O PL exibiu um vídeo em deepfake com a imagem e a voz de Jair Bolsonaro geradas por inteligência artificial. Bolsonaro está com os direitos políticos suspensos pelo STF, não pode participar de campanha, nem por IA.
O uso de conteúdo sintético para beneficiar candidatura também fere as novas regras do TSE sobre propaganda eleitoral.
📍Ilegalidade 3: Milei é investigado pela Justiça Argentina por usar avião presidencial, comitiva e dinheiro do Tesouro argentino para vir ao Brasil fazer campanha para Flávio. Dois advogados argentinos já protocolaram denúncia criminal na Justiça Federal da Argentina por malversação de recursos públicos.
Não bastasse o escândalo do Dark Horse, com o seu irmãozão Daniel Vorcaro; não bastasse aparecer em foto ao lado do matador de Vorcaro e as sombras das Rachadinhas, Flávio Bolsonaro começa a campanha cercado de investigações e faz da convenção um show de horrores cheio de ilegalidades que podem custar caro à candidatura se o TSE agir de acordo com a lei.