“assassino de crianças”

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Irã chama Netanyahu de “assassino de crianças” e alerta: “Continuaremos a persegui-lo”

 Atualizado em 15 de março de 2026 às 8:41



A Guarda Revolucionária do Irã emitiu, neste domingo (15), uma ameaça ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmando que continuará a persegui-lo “com toda a força” enquanto ele permanecer vivo. 

O comunicado, divulgado pelo site Sepah News, acusa Netanyahu de ser responsável pela morte de crianças e avisa que não há descanso para o líder israelense. 

“Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, disse a Guarda, em um tom desafiador.

A ameaça ocorre após declarações indiretas de Netanyahu, feitas no início da semana, onde ele mencionou figuras-chave do eixo pró-Irã, incluindo Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, e Naim Qassem, líder do Hezbollah. Netanyahu afirmou que não daria “seguro de vida” a esses dirigentes, que considera como terroristas. Embora não tenha detalhado planos militares, suas palavras aumentaram a tensão no cenário político e militar.

No sábado (14), um novo ataque envolvendo mísseis atingiu a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, exacerbando ainda mais a situação. O ataque danificou a infraestrutura da embaixada, incluindo um heliponto e o sistema de defesa aérea, mas felizmente não houve vítimas. Esse incidente ocorre no contexto de um conflito crescente iniciado em fevereiro de 2026, com uma ofensiva conjunta dos EUA e Israel contra o Irã, após a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei.

O ataque à embaixada americana em Bagdá e a escalada de tensões refletem um conflito em curso no Oriente Médio que afeta diretamente a segurança regional e os mercados globais. O Irã tem mantido um discurso agressivo contra Israel e os EUA, enquanto busca retaliar os ataques e aumentar sua influência na região.

Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã. 
Foto: Morteza Nikoubazl/NurPhoto

A situação também tem impactado a economia global, com o fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais corredores marítimos para o petróleo, que resulta em um aumento nos preços de energia. Estima-se que cerca de 20% do petróleo e gás comercializados no mundo transitem por essa rota estratégica.

O governo israelense, por sua vez, segue sua linha dura contra o regime iraniano. Netanyahu, ao lado dos EUA, afirma que a guerra contra o Irã e seus aliados, como o Hezbollah, continuará sem trégua. No entanto, o crescente número de ataques e ameaças de retaliação coloca o Oriente Médio em uma posição ainda mais volátil e difícil de controlar.

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