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Juízes e procuradores usam argumento mistificador para supersalários Há um lobby atuante na Câmara para dizer que o corte dos supersalários é uma retaliação da classe política ao combate à corrupção. É inacreditável que quem acusa em nome da lei, como procuradores e promotores, e quem aplica a lei, como os magistrados, invoquem um argumento dessa natureza.
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A apropriação indevida de recursos públicos, por meio de
penduricalhos que foram sendo criados ao longo de décadas, é uma forma
de corrupção.
Não dá para propor combate à corrupção dos outros e
preservar a própria corrupção.
A Constituição Federal é clara.
Tem
havido um desrespeito à lei.
A nova regra orçamentária que será aplicada com a PEC do teto vai
demandar muita discussão sobre onde colocar o dinheiro público.
Esse
dinheiro dever priorizar as políticas sociais para os mais pobres e os
investimentos em infraestrutura.
Não deve ser usado para aumentar
salários de uma elite do funcionalismo que ganha bem para o padrão
mundial e de forma acintosa para o padrão brasileiro.
O Poder Judiciário e o Ministério Público deveriam dar o exemplo numa hora de grave crise econômica e política.
PlatôBR Tão logo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República comunicou oficialmente sua indicação para o STF , o advogado-geral da União , Jorge Messias , disparou uma série de ligações para senadores e adversários pela vaga. Pessoas próximas ao nome escolhido por Lula afirmaram ao PlatôBR que a ideia é medir a temperatura contrária ao nome, buscar apoios e diminuir a resistência de parte dos parlamentares. https://platobr.com.br/para-quem-messias-telefonou-depois-de-indicado-para-o-supremo
"MORTE DA INFÂNCIA" — Um julgamento que começou esta semana nos Estados Unidos coloca as maiores redes sociais do mundo no banco dos réus. Elas são acusadas de criar estratégias para viciar os jovens nos aplicativos e causar danos à saúde mental. O psicólogo e especialista em dependências tecnológicas Cristiano Nabuco falou ao #JornalGloboNews deste domingo (1) sobre o assunto. "Nós estamos testemunhando a morte da infância, porque você está recebendo informações que não são compatíveis com aquilo que sua idade pediria", disse ele. "Quanto mais telas até os 2 anos de idade, pior será a capacidade de desenvolvimento da linguagem. Um pesquisador francês disse que 50 minutinhos por dia para uma criança vai representar ao final de 24 meses 850 mil palavras não escutadas". globonews Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por GloboNews (@globonews)