VIOLÊNCIA CONTRA POVOS INDÍGENAS | O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, detalhou, nesta quinta-feira (29), as ações do governo federal em relação às denúncias de violência contra povos indígenas, iniciadas após o 2º turno das Eleições 2026.
Segundo o ministro, foi instituída uma força-tarefa interministerial, que envolve também o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) e o Ministério da Igualdade Racial (MIR) para investigar e responsabilizar os agressores.
Terena destacou que o MJSP requisitou das corregedorias estaduais e do Distrito Federal todas as denúncias para analisar a conjuntura dos ataques. Também informou a criação de um canal de denúncia no WhatsApp: (11) 98202-5433.
Desde os resultados do 2º do segundo turno, no último domingo (25), indígenas da etnia Guarani Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, têm feito denúncias de casos de violência que envolvem tentativas de assassinatos e até ameaça de envenenamento da água da comunidade.
Um levantamento do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) apontou ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado (24). A Fundação Nacional do Índio (Funai), o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) encaminharam pedidos ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal para investigar os casos.
Terena destacou que o MJSP requisitou das corregedorias estaduais e do Distrito Federal todas as denúncias para analisar a conjuntura dos ataques. Também informou a criação de um canal de denúncia no WhatsApp: (11) 98202-5433.
Desde os resultados do 2º do segundo turno, no último domingo (25), indígenas da etnia Guarani Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, têm feito denúncias de casos de violência que envolvem tentativas de assassinatos e até ameaça de envenenamento da água da comunidade.
Um levantamento do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) apontou ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado (24). A Fundação Nacional do Índio (Funai), o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) encaminharam pedidos ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal para investigar os casos.
