Não é preciso aguardar que o ministro Luiz Fux termine o seu voto para que concluamos que se trata de uma das peças mais vergonhosas jamais pronunciadas na história do Supremo.

 

Assumindo um tom professoral, como se fosse 

um mestre a falar a aprendizes, com a voz alguns 

tons acima do habitual, o homem não está 

exatamente a ler um voto, mas a fazer um comício 

em favor dos golpistas. 


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