Na cúpula virtual dos Brics, realizada hoje (08), o presidente da China, Xi Jinping, defendeu o fortalecimento do multilateralismo e da cooperação Sul-Sul.
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Na cúpula virtual dos Brics, realizada hoje (08), o presidente da China, Xi Jinping, defendeu o fortalecimento do multilateralismo e da cooperação Sul-Sul.
Na cúpula virtual dos Brics, realizada hoje (08), o presidente da China, Xi Jinping, defendeu o fortalecimento do multilateralismo e da cooperação Sul-Sul.
Aos líderes do bloco, o mandatário criticou o avanço do “hegemonismo, unilateralismo e protecionismo” no cenário internacional e propôs eixos prioritários para a cooperação entre os países membros.
A cúpula foi presidida pelo presidente Lula (PT), que assumiu a presidência rotativa do bloco em 2025.
Entre as propostas, Xi sugeriu a manutenção do multilateralismo para “defender a justiça e equidade internacionais”, considerando que essa “é a aspiração compartilhada dos povos e a tendência dominante de nosso tempo”.
Ele ainda enfatizou a necessidade de preservar o sistema internacional com a ONU e a ordem mundial baseada no direito internacional, destacando a importância de aumentar “a representação e a voz dos países do Sul Global” nas relações globais.
O presidente também propôs manter “a abertura e a cooperação ganha-ganha para salvaguardar a ordem econômica e comercial internacional”, argumentando que “a globalização econômica é uma tendência histórica irresistível” e que nenhum país pode prosperar “sem um ambiente internacional de cooperação aberta”.
Ele defendeu uma “globalização econômica universalmente benéfica e inclusiva” que “coloque o desenvolvimento no centro da agenda internacional”, garantindo, assim, que “os países do Sul Global participem da cooperação internacional como iguais e compartilhem dos frutos do desenvolvimento”.
Por fim, Xi enfatizou que os países do bloco devem resolver seus próprios desafios internos para, depois, enfrentar pressões externas com maior efetividade.
Entre as propostas, Xi sugeriu a manutenção do multilateralismo para “defender a justiça e equidade internacionais”, considerando que essa “é a aspiração compartilhada dos povos e a tendência dominante de nosso tempo”.
Ele ainda enfatizou a necessidade de preservar o sistema internacional com a ONU e a ordem mundial baseada no direito internacional, destacando a importância de aumentar “a representação e a voz dos países do Sul Global” nas relações globais.
O presidente também propôs manter “a abertura e a cooperação ganha-ganha para salvaguardar a ordem econômica e comercial internacional”, argumentando que “a globalização econômica é uma tendência histórica irresistível” e que nenhum país pode prosperar “sem um ambiente internacional de cooperação aberta”.
Ele defendeu uma “globalização econômica universalmente benéfica e inclusiva” que “coloque o desenvolvimento no centro da agenda internacional”, garantindo, assim, que “os países do Sul Global participem da cooperação internacional como iguais e compartilhem dos frutos do desenvolvimento”.
Por fim, Xi enfatizou que os países do bloco devem resolver seus próprios desafios internos para, depois, enfrentar pressões externas com maior efetividade.

