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Sindicatos de policiais civis e penais de SP protestam por falta de aumento: ‘Fora Tarcísio’

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  Sindicatos de policiais civis e penais de SP protestam por falta de aumento: ‘Fora Tarcísio’ Manifestantes reclamaram da falta de aumento salarial para as corporações 25/02/2026 | 17h12  Com gritos de “fora, Tarcísio” e “governador mentiroso”, um grupo de sindicatos de policiais civis e penais de diversas regiões de São Paulo realizou, na tarde desta terça-feira (24), um protesto contra o governador  Tarcísio  de Freitas (Republicanos). Os manifestantes reclamaram da falta de aumento salarial para as corporações. O protesto, convocado por sindicatos de policiais civis e penais, teve a participação de deputados estaduais da oposição, como Carlos Giannazzi (PSOL) e Reis (PT). Os manifestantes fizeram uma caminhada da Avenida Paulista até a Secretaria de  Segurança Pública , no Centro da capital. O ato teve carro de som e cerca de 60 manifestantes. Os presidentes de sindicatos afirmaram que o governador mentiu ao dizer que aumentou em 45% o salário dos policiais...

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Querem culpar quem recebe Bolsa Família pela crise, mas a verdade é outra:

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  Querem culpar quem recebe Bolsa Família pela crise, mas a verdade é outra: não é o pobre que quebra o país, é a desigualdade que sempre protege os de cima e aperta os de baixo. Esse benefício não tira vontade de trabalhar, tira gente da fome, coloca comida na mesa, criança na escola e dignidade onde antes só havia abandono.  jandira_feghali Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Jandira Feghali (@jandira_feghali)

A Câmara aprovou o projeto antifacção, mas retirou taxação das bets que ajudaria a financiar o combate ao crime organizado

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  leosakamoto A Câmara aprovou o projeto antifacção, mas retirou taxação das bets que ajudaria a financiar o combate ao crime organizado .  Resultado: a segurança pública perdeu R$ 30 bilhões.  Os tigrinhos conhecidos por drenar dinheiro dos pobres podem dormir tranquilos.  Enquanto isso, plataformas de aplicativos seguem pressionando para impedir um piso mínimo digno para entregadores e motoristas.  O discurso é sempre o mesmo: “vai quebrar o setor”, “vai encarecer o serviço”. Na prática, significa não abrir mão da própria margem de lucro . Empresas têm direito de defender seus interesses.  Faz parte da democracia.  O problema é quando o peso do dinheiro fala mais alto que o interesse público.  Se não se taxa quem lucra bilhões, a conta sobra para o Estado e para o contribuinte.  Se não se garante remuneração mínima, a inovação continua sendo bancada pelo suor de quem trabalha. Lobby é parte do jogo democrático.  Captura do Congresso, n...

Quando a rua deixa de ser espaço do cidadão e passa a ser administrada como problema de ordem pública

  O que aconteceu na madrugada no Largo da Ordem não foi apenas o “cumprimento de horário”. Foi mais um sinal preocupante de como o espaço público vem sendo tratado em Curitiba: como algo a ser controlado, esvaziado e disciplinado — não vivido pela população. Carnaval é, por definição, ocupação popular da rua. É cultura, é convivência, é expressão coletiva.  Quando a Polícia Militar do Paraná entra para dispersar milhares de pessoas de forma rígida, sem diálogo real, o recado que fica é claro: festa popular só é tolerada até o ponto em que não incomoda. A cidade que vende a imagem de “modelo” parece cada vez mais intolerante com manifestações espontâneas do povo. No lugar de organização democrática, vemos controle.  No lugar de mediação, imposição. No lugar de convivência, esvaziamento. Não se trata apenas de horário — trata-se de mentalidade. Quando a rua deixa de ser espaço do cidadão e passa a ser administrada como problema de ordem pública, a sensação é de retrocesso....