AS MÁSCARAS CAEM
Sexta que vem, dia 24, encerra-se o prazo para os presidentes dos 21 partidos com representação na Câmara dos Deputados confirmarem a fala MENTIROSA e IRRESPONSÁVEL de Valdemar Costa Neto, do PL. Ele disse que dirigente partidário indicar milhões em emendas, mesmo não sendo parlamentar, era “a coisa mais natural do mundo”. E que “é lógico que todos fazem, é sua função”.
Vai quebrar a cara: poucos defendem esse contrabando de emendas (mesmo os que o fazem...). Mas o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), referendou a prática ilegítima e ilegal.
Eduardo Cunha (agora no Republicanos de Tarcísio de Freitas), deputado cassado, conseguiu fazer pior: tratando diretamente com funcionária (cúmplice?) da Câmara, indicou R$ 6 milhões em emendas para municípios de Minas Gerais, onde adquiriu rádios - e onde nunca residiu. Rejeitado no RJ e em SP, pretende ser candidato por lá.
Essa manipulação das emendas parlamentares tem nome: desvio privado de dinheiro público. E compra de votos - o crime da “captação de sufrágio”.