O avanço das investigações sobre o colapso financeiro provocado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, começa a desenhar conexões que vão muito além de uma simples fraude bancária privada. Uma análise meticulosa trazida a público pelo jornalista Octavio Guedes,

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O avanço das investigações sobre o colapso financeiro provocado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, começa a desenhar conexões que vão muito além de uma simples fraude bancária privada. Uma análise meticulosa trazida a público pelo jornalista Octavio Guedesno programa Estúdio i, da GloboNews, levanta uma hipótese perturbadora que cruza a dilapidação de recursos públicos fluminenses com os misteriosos R$ 61 milhões recebidos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).


A tese central, que ganha corpo nos bastidores de Brasília e do Rio de Janeiro, investiga se o suposto patrocínio milionário ao filme Dark Horse, obra cinematográfica projetada para contar a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, não teria sido, na verdade, uma espécie de “bonificação” ou comissão por uma operação financeira colossal envolvendo o fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, o Rioprev.

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