Quando dizem que Trump “acertou” ao atacar a Venezuela, vale ir além do discurso fácil.
O direito internacional existe para conter os mais fortes. Se cada potência decidir quem pode derrubar pela força, o mundo volta à lei do mais forte. Hoje é “derrubar um ditador”, amanhã é “proteger interesses”.
E os interesses já foram assumidos. Trump deixou nítido que o foco é o petróleo venezuelano e ainda não descarta um segundo ataque. Não é democracia, é poder e controle. Ataques que atingem civis não libertam povos.
Pode-se criticar Maduro. O que não dá é aplaudir agressão ao povo venezuelano e à soberania da América Latina.
Assista ao vídeo para saber como rebater com argumentos quem está defendendo o ataque contra o povo venezuelano.
