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Aprendiz de Trump, Bolsonaro fez da mentira sua maior arma política
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Uso de robôs, teorias conspiratórias e negacionismo foram a marca do bolsonarismo
1 de abril de 2023, 05:34 h Donald Trump e Bolsonaro oferecendo cloroquina para uma ema (Foto: Reuters)247 – As fake news foram amplamente utilizadas na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018 e 2022 para disseminar desinformação e influenciar a opinião pública a seu favor.
Aprendiz de Donald Trump, Bolsonaro e seus apoiadores utilizaram as redes sociais e outros meios de comunicação para disseminar informações falsas e distorcidas sobre seus oponentes e sobre questões políticas importantes.
Algumas das principais formas como as fake news foram usadas por Bolsonaro em sua ascensão política incluem:
Disseminação de teorias conspiratórias: Bolsonaro e seus apoiadores usaram as redes sociais para espalhar teorias conspiratórias sobre seus oponentes, incluindo acusações de fraude eleitoral e de que seus adversários políticos estavam planejando transformar o Brasil em uma ditadura comunista.
Distorção dos fatos: Bolsonaro e seus aliados frequentemente distorceram os fatos ou usaram declarações vagas e imprecisas para enganar o público e avançar sua agenda.
Desacreditar a imprensa tradicional: Bolsonaro usou o termo "fake news" para desacreditar a imprensa tradicional e desviar a atenção das notícias negativas sobre seu governo.
Uso de bots e trolls: a campanha de Bolsonaro usou bots e trolls para ampliar o alcance de suas mensagens e desacreditar seus oponentes nas redes sociais.
Difamação de adversários políticos: Bolsonaro e seus apoiadores frequentemente usaram difamação e ataques pessoais contra seus adversários políticos, buscando minar sua credibilidade e desacreditar suas posições.
Essa estratégia levantou questões sobre a integridade das eleições e o papel da mídia na política moderna no Brasil não apenas em 2018, como também em 2022.
Onda de memes sobre o Congresso rotula parlamentares de ‘defensores dos ricos’ e ‘gastadores’ No mês de junho, 92% das cerca de 3 milhões de citações ao Congresso nas redes foram negativas 29/06/2025 | 06h36 É bastante expressiva a recente enxurrada de críticas nas redes sociais aos deputados e senadores: no mês de junho, 92% das cerca de 3 milhões de citações ao Congresso foram negativas. Os motivos da insatisfação são bastante evidentes. “Principalmente por medidas impopulares, gastos públicos excessivos, percepção de conivência, alinhamento com interesses de elites econômicas e o mote ‘Congresso inimigo do povo’”, explica o analista de redes Pedro Barciela. Como costuma acontecer no ambiente digital, a melhor tradução para essa raiva aos congressistas é feita em memes que têm inundado o Instagram, o X e o Facebook. Um dos mais vistos foi o vídeo em que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), bebe whisky direto da garrafa, durante uma festa junina em ...