Enquanto o país discute corte de gastos e responsabilidade fiscal, a Câmara aprovou em ritmo acelerado um pacote de benefícios internos para servidores do Legislativo que pode custar cerca de R$ 1 bilhão por ano aos cofres públicos.
Enquanto o país discute corte de gastos e responsabilidade fiscal, a Câmara aprovou em ritmo acelerado um pacote de benefícios internos para servidores do Legislativo que pode custar cerca de R$ 1 bilhão por ano aos cofres públicos.
A proposta foi apresentada e votada no mesmo dia, em votação simbólica, sem registro individual de votos.
Transparência modo turbo — só que ao contrário.
📌 O pacote amplia gratificações e adicionais.
📌 Cria regra de 1 dia de folga a cada 3 trabalhados para casos de acúmulo de função.
📌 Permite converter folgas não tiradas em dinheiro.
📌 Como parte dos pagamentos é classificada como “indenizatória”, fica fora do teto do funcionalismo, abrindo espaço para remunerações mensais que podem chegar na faixa de R$ 70 mil+ com penduricalhos.
Tradução direta: quando é direito trabalhista do povo, pedem estudo, impacto, comissão, audiência e prazo. Quando é benefício da própria estrutura, resolve-se em duas horas e votação simbólica.
Não é sobre esquerda ou direita — é sobre casta protegendo casta com o dinheiro de quem paga imposto.
🧾 Legal? Sim. Moral? A sociedade é quem julga.
