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Moradores de Suzano lembram um mês do massacre em escola - Até o momento, três homens foram preso e um adolescente apreendido

Para marcar um mês do massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, a prefeitura de Suzano promove hoje (13) uma solenidade no Parque Municipal Max Feffer.  A programação ocorrerá até as 17h, com eventos culturais e recreativos. Para o prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi , a celebração tem o objetivo de enaltecer a paz e a união das famílias. “Queremos levar mensagem de paz a todo o mundo e homenagear as vítimas e seus familiares. Vale destacar que não será uma festa, mas, sim, uma cerimônia de homenagem a todos que foram atingidos direta ou indiretamente com a fatalidade na escola. Convidamos a todos para participarem desta solenidade”, disse o prefeito.  A estimativa é que 15 mil pessoas participem dos eventos.   Massacre em Suzano Passados 30 dias do ataque, três homens foram presos pela polícia de São Paulo, suspeitos de ter negociado armas e munições com os atiradores. Um adolescente foi apreendido, no mês passado, suspeito de ter partici...

Por determinação do presidente Jair Bolsonaro, a Petrobras desiste de aumentar preço do diesel

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Suzano - Suspeitos de contribuir para atentado em escola são presos - Civil revelou que foram criados perfis falsos nas redes sociais para oferecer a arma aos atiradores da Raul Brasil

As redes sociais se tornaram um dos principais mecanismos da Polícia Civil durante as investigações dos assassinatos ocorridos na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, ocorrido em 13 de março.  Lílian Pereira -  http://www.portalnews.com.br A ação vitimou cinco alunos e duas funcionárias, mortos por dois ex-alunos. A dupla de atiradores também morreu. De acordo com informações divulgadas ontem pelo delegado seccional de Mogi das Cruzes, Jair Barbosa Ortiz, pelo delegado titular de Suzano, Alexandre Dias e pelo promotor de Justiça, Rafael do Val, perfis falsos no Facebook levaram ao encontro dos três suspeitos presos entre anteontem e ontem. Foi decretada prisão temporária de 30 dias para o trio. Apesar da prisão, ainda não há conformação sobre quais dos suspeitos vendeu a arma e as munições para os atiradores.  No entanto, com o detido anteontem, em Suzano, o mecânico Cristiano Cardoso de Souza, foi encontrada uma arma e munição.  Já o vigila...

O tempo passa e a caixa-preta do BNDES não é aberta - Marco Antonio Villa

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O presidente do Supremo não pode ser caso de polícia

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