Aproximadamente 40.000 professores da rede estadual ficaram sem turma para lecionar durante a atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2026, etapa que define a distribuição de alunos, a carga horária, as escolas e os horários de trabalho, renovando os contratos dos professores.
brasildefato Aproximadamente 40.000 professores da rede estadual ficaram sem turma para lecionar durante a atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2026, etapa que define a distribuição de alunos, a carga horária, as escolas e os horários de trabalho, renovando os contratos dos professores. Ao acessarem a Secretaria Escolar Digital (SED), os docentes constataram que ficaram sem atribuição de classes e aulas, ou seja, sem trabalho e sem salário. Entre os fatores para os cortes, estão diminuição do orçamento para a educação, reorganização da rede e baixo desempenho dos professores. Os professores que ficaram sem aula pertencem majoritariamente à categoria O, cujo contrato só pode ser firmado ou renovado quando houver necessidade de prestação do serviço. Na prática, estes docentes exercem funções atribuídas a concursados, mas não têm igualdade de direitos nem mantêm vínculo de trabalho ao longo do tempo. Dados de dezembro da Secretaria de Educação de São Paulo (Seduc) mostram ...