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Lula adotou “modo combate” e “foi para cima”, diz Sakamoto sobre sabatina da Globo

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  Lula adotou “modo combate” e “foi para cima”, diz Sakamoto sobre sabatina da Globo Publicado por Augusto de Sousa - Atualizado em 28 de agosto de 2026 às 8:23  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou uma postura firme na sabatina do Jornal Nacional de quinta-feira (27), deixando de lado o perfil “paz e amor” para entrar “em modo combate”, avaliou o colunista Leonardo Sakamoto.  O petista falou por cerca de 40 minutos com César Tralli e Renata Vasconcellos e passou boa parte do início sob perguntas sobre corrupção, envolvendo seu filho Fábio Luís, o Lulinha, o escândalo do INSS e suspeitas sobre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o Banco Master. “Ele não veio na defensiva. O ‘Lulinha paz e amor’ ficou em casa. Quem veio foi o ‘Lula do Velho Testamento’. A impressão é que ele não deu a outra face, foi para cima”, comentou Sakamoto .  Diante das sucessivas perguntas sobre Lulinha e Marcola, INSS e Master, “ele não ficou nas cordas, no córner; foi para c...

Lula transforma interrogatório do JN em show de vitalidade - Aos 80 anos, teve uma performance histórica - Lula passou a certeza de que vai vencer de novo.

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  www.brasil247 Lula transforma interrogatório do JN em show de vitalidade “A Globo tentou cercar o presidente apenas com questões que considera comprometedoras, mas fracassou mais uma vez”, escreve Moisés Mendes  A entrevista de Lula ao Jornal Nacional teve os 40 minutos concedidos a todos os candidatos.  Com um detalhe que não é irrelevante: mais da metade do tempo, nos 22 minutos iniciais, foi dedicada a um interrogatório em ritmo acelerado , para que o presidente não tivesse tempo para pensar. Não foi assim com os que o antecederam no JN.  Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos tiveram outro tratamento. Lula não foi entrevistado. Foi interrogado por Cesar Tralli e Renata Vasconcellos . Depois de insistirem nas suspeitas em torno de Fábio Luís e da lobista do empréstimo ao ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, de Jaques Wagner e do caso Master e de Carlos Lupi nas fraudes do INSS, Renata Vasconcellos disse que passaria a perguntar sobre a questão...