Instituto Conhecimento Liberta
A pedido da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, suspendeu pesquisa AtlasIntel que apontou queda na intenção de voto do senador após o caso Banco Master.
Flávio reclama que a sondagem teria induzido respostas ao exibir o áudio em que pediu R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro para patrocinar o filme sobre Jair Bolsonaro.
Mas o instituto mostrou que o áudio só foi mostrado depois da pergunta sobre intenção de voto, para medir seu impacto na percepção do eleitorado — o que não configura “push poll”.
O incômodo real parece outro: o áudio, as mensagens chamando Vorcaro de “irmão” e as explicações mal contadas tiraram pontos de Flávio entre eleitores independentes. Ao recorrer ao TSE, a pré-campanha tenta jogar desconfiança sobre pesquisas, velha tática bolsonarista, justamente quando parte da direita discute se ele é mesmo o melhor nome contra Lula.
Para isso, Flávio contou com Nunes Marques, cuja indicação ao STF teve sua participação.
O ministro puxou para si a decisão, seguindo precedente aberto por Alexandre de Moraes.
Resta saber se entrou no jogo pela lei ou por alguém.