O de Ciro Nogueira de ser vice de Flávio Bolsonaro ou operador central da campanha foi soterrado com barulho de sirene: a PF bateu à sua porta em Brasília e no Piauí na Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.
Sonhos políticos costumam morrer em silêncio. O de Ciro Nogueira de ser vice de Flávio Bolsonaro ou operador central da campanha foi soterrado com barulho de sirene: a PF bateu à sua porta em Brasília e no Piauí na Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master. A suspeita é de R$ 18 milhões em propina para defender interesses da instituição, via depósitos mensais e negócios empresariais.
O caso atinge Ciro Nogueira onde mais dói. Presidente do PP, ele era peça estratégica da direita em 2026, apesar de já admitir publicamente que a vice estava distante. Agora, virou passivo radioativo para uma chapa que tenta vender combate à corrupção enquanto carrega o sobrenome Bolsonaro e o fantasma das rachadinhas.
A relação com o Master não parece periférica: Ciro atuou contra uma CPMI, defendeu ampliar a cobertura do FGC para ajudar o banco e apoiou a compra do banco pelo BRB. Se os R$ 18 milhões seriam por serviços prestados” Sobrevivente de muitas tempestades, desta vez Ciro encara uma com mandado, CPF e a PF na porta.
