Nem tudo é superstição.

 

Nem tudo é superstição.

Também são símbolos que carregam um país que aprendeu a sobreviver entre terror, medo, silêncios e infortúnios.

Por isso, só entende “O Agente Secreto” quem se inquietou com o filme, e deixou que ele o tocasse.

Uma obra que reafirma a força do cinema brasileiro e foi capaz de transformar memória em arte, trauma em linguagem.
Viva a nossa cultura! Viva o cinema brasileiro!

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