Postagens

Prorrogação do auxílio é certeza em caso de segunda onda de Covid, diz Guedes

Imagem
  Anna Russi, do CNN Brasil Business, em Brasília 12 de novembro de 2020 às 11:53 | Atualizado 12 de novembro de 2020 às 13:48  Foto: Alan Santos/PR (22.set.2020) O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, caso uma segunda onda da pandemia de Covid-19 atinja o Brasil, o governo pode recriar o auxílio emergencial em um valor menor do benefício. "Existe possibilidade de prorrogar auxílio emergencial? Se houver segunda onda, não é uma possibilidade, é uma certeza", disse em evento virtual da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), nesta quinta-feira (12).   Ele explicou, no entanto, que no caso de uma segunda onda, o benefício provavelmente seria em valor menor aos R$ 600, repassados no início da pandemia, a partir de abril.   "Se vier uma segunda onda da pandemia, vamos decretar o Estado de Calamidade Pública de novo e vamos recalibrando os instrumentos e ter que recriar. Ao em vez de aumentarmos a dívida em 10% do PIB, como este ano, vam...

Urgente - Covid-19: internações aumentam em SP e especialistas enxergam "2ª onda"

  Uma pesquisa da Info Tracker, ferramenta desenvolvida por USP e Unesp para monitorar a pandemia da Covid-19, mostra que entre agosto e novembro houve um salto de casos suspeitos de Covid-19 em São Paulo. Nos últimos dias, hospitais particulares da capital paulista registraram aumento nas internações de pacientes com a doença — no Sírio Libanês, o pico de abril foi alcançado mais uma vez.  Especialistas alertam para uma possível segunda onda.  Wallace Casaca, cientista de dados e um dos responsáveis por desenvolver a Info Tracker, disse a O Globo: “Olhando para os números, já é possível ter indícios de segunda onda que a Grande SP e a capital podem estar vivenciando. Temos aumento de hospitalizados na rede particular, aumento de casos suspeitos e redução de casos descartados. A pandemia começou assim em março, com hospitalizados nos particulares, e depois migrou para o sistema público de saúde.”  https://www.oantagonista.com/brasil/covid-19-internacoes-aumentam-em-s...

Charges do Amarildo

Imagem
 https://veja.abril.com.br/?s=charge&orderby=date

Bolsonaro sanciona liberação de R$ 6 bi para obras de Marinho e Centrão

  Por   Redação O Antagonista 11.11.20 21:09  Jair Bolsonaro acaba de sancionar o projeto que libera R$ 6,1 bilhões para os ministérios de Rogério Marinho e Tarcísio Freitas. O dinheiro será usado neste fim de ano para abastecer as  obras apadrinhadas por integrantes do Centrão .  A liberação dos recursos é parte de um acordo fechado por Bolsonaro, Marinho e lideranças partidárias, em meio às discussões sobre o programa Pró-Brasil e o teto de gastos.  O dinheiro foi disponibilizado após o Ministério da Economia realizar um remanejamento orçamentário em toda a Esplanada. Para abastecer as obras, o Ministério da Educação perdeu cerca de R$ 1,5 bilhão.  https://www.oantagonista.com/brasil/bolsonaro-sanciona-liberacao-de-r-6-bi-para-obras-de-marinho-e-centrao/

Barroso atende pedido do TRE e adia eleições para prefeito e vereador em Macapá - Adiamento será mantido ‘até que se restabeleçam as condições materiais e técnicas para a realização do pleito, com segurança da população’

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro  Luís Roberto Barroso ,  atendeu aos pedidos do Tribunal Regional Eleitoral do  Amapá  (TRE-AP)  e decidiu pelo  adiamento das eleições  para prefeito e vereador na capital Macapá.  Nos demais municípios do estado, a votação ocorrerá normalmente no próximo domingo, dia 15 de novembro.  A decisão saiu durante a madrugada desta quarta-feira, 11, e, segundo Barroso, o adiamento será “até que se restabeleçam as condições materiais e técnicas para a realização do pleito, com segurança da população”, diz a decisão.  Há cerca de uma semana um incêndio na principal subestação do estado provocou um apagão e deixou 89% da população sem luz, causando transtornos no comércio, no fornecimento de água potável e no sistema de telecomunicações.  Durante os últimos dias, também há conflitos entre moradores e a Polícia Militar para que seja restabelecida a energia elétrica nos bairros mais p...

TRE libera Datafolha em SP: Covas sobe, e Russomanno mantém curva descendente

TRE libera Datafolha em Sp. O TRE de São Paulo liberou agora à noite a nova pesquisa Datafolha sobre a disputa pela prefeitura da capital paulista, que Celso Russomanno havia conseguido  censurar judicialmente . Ela mostra que o prefeito paulistano, o tucano Bruno Covas, consolidou sua liderança. Covas passou de 28% para 32% das intenções de voto –alta acima da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais.  Guilherme Boulos, do PSOL, aparece pela primeira vez numericamente na frente de Russomanno: ele oscilou para cima, de 14% para 16%. O deputado do Republicanos, que continua na descendente, oscilou de 16% para 14%.  Boulos e Russomanno estão em empate técnico com Márcio França, do PSB, que oscilou para baixo –passou de 13% a 12%. O petista Jilmar Tatto manteve seu status de candidato nanico, oscilando negativamente de 6% para 4%.  https://www.oantagonista.com/brasil/tre-libera-datafolha-em-sp-covas-sobe-e-russomanno-mantem-curva-descendente/

OS DESVIOS DE DINHEIRO E DE ASSUNTO

Imagem

Josias de Souza / Falas de Bolsonaro e Guedes expõem um governo zonzo

Imagem
 

Bolsonaro foi longe demais dessa vez até para os auxiliares, e instituições não reagiram

  Declaração sobre os EUA ficou na conta da bravata, mas a comemoração sobre um suposto fracasso da CoronaVac pegou mal. 'Ele politizou a história toda em cima de uma pessoa morta e sobre outras 163 mil mortes', comenta Natuza Nery.

'Haja fumaça para encobrir a falta de governo'

Maria Cristina Fernandes fala sobre as declarações de Jair Bolsonaro ontem, que mostraram falta de decoro, civilidade e bom senso do presidente.  Ela destaca que é preciso entender para que servem essas declarações.  Na análise da comentarista, Bolsonaro precisa produzir muita cortina de fumaça, e não falta o que esconder.  Na área da educação, por exemplo, o governo só gastou 244 milhões do orçamento de 3,8 bi das despesas discricionárias para a educação básica.